21 dezembro 2017

Coisas que nao pode mais fazer

Coisas que você não pode fazer

A conectividade digital se alastrou de tal modo e amplitude que gerou uma confusão. A maioria das pessoas confunde a facilidade de acesso e possibilidade de opinar com conhecimento e capacidade de opinião.
Nunca se viu tanta bobagem e inutilidade sendo produzida e reproduzida, indiscriminadamente. Mas há algo pior: o precipitado julgamento de pessoas e suas condutas. Quase sempre perverso e cruel.
E há a onda do “politicamente correto”. O que deveria ser uma conseqüência natural da boa educação e do respeito que devemos uns aos outros, se transformou em plataforma dos habituais demagogos e populistas.
Há uma “caçada” no ânimo de flagrar e condenar deslizes. Erros a que todos estamos sujeitos, sem que isto signifique necessariamente que o gesto/comentário inoportuno represente o que de fato pensamos e como agimos. Vejamos alguns exemplos de coisas que você não pode fazer:
- Dar colo aos filhos dos outros. Haverá quem dirá que você se excedeu no carinho à criança, revelando traços de pedofilia. Papais-noéis evitem o colo às crianças na tradicional foto natalina.
- Comentários sobre a sexualidade alheia, gays e lésbicas, especialmente. Face o exagero midiático tocante a sua visibilidade e ascensão social, evite revelar simpatia ou divergências. Numa hipótese quanto noutra você será criticado. Dirão que não gosta de gays ou que tem “tendência”.
- Elogiar ou criticar afrodescendente. Se criticar será julgado e condenado. Se elogiar dirão que é pura ironia e cinismo. Sem saída.
- Em festa na sua casa, pedir para guardarem o celular. Nem pensar, apesar de você ter razão. Afinal, se fosse para fazer uma reunião com celular, cada um poderia ficar na sua casa. Se pouparia despesas, excessos alcoólicos, a faxina do dia seguinte e eventuais discussões.
- Elogiar e tirar foto com político. Em tempos de Lava-Jato nem pensar. Não importa se honesto, trabalhador e bom governante. Tanto você quanto o político serão crucificados. Dirão que algo há entre vocês. Corrupção, possivelmente. E a foto será usada contra você.
- Discutir política (a conduta e o destino do Lula, especialmente) com petistas. Diálogo impossível. Opte por preservar e valorizar sua opinião, suas relações pessoais e de amizade.

23 março 2016

Pontas e Cacos

Pontas e cacos

Lembra os financiamentos do BNDES em várias obras na América do Sul e na Africa? Pois é, pairam muitas dúvidas sobre estas operações internacionais financiadas com dinheiro do povo brasileiro. Razões e objetos de uma Comissão Parlamentar de Inquérito(CPI).
Objetivamente, trata-se da duvidosa (e de alto risco) política de financiar e “criar global players” (escolha de campeões, no jargão comercial). É o caso das empreiteiras OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez e de frigoríficos exportadores. Sem esquecer o desastroso Eike Batista.
A empresa Odebrecht, por exemplo, tem um histórico de obras nacionais e internacionais voltados à infraestrutura e negócios estratégicos, como rodovias, portos, hidrelétricas, petróleo, nafta e gás. Desde o tempo do regime militar.
Consequentemente tem profundas relações com os governos e órgãos públicos, haja vista farta e renovada participação e financiamento público-estatal.
Nos últimos treze anos, com a hegemonia e unidade político-partidário dos ditos partidos de esquerda na América Latina, com gestões e comportamentos identificados e extrapolados pelo populismo, o governo brasileiro promoveu uma temerária aventura ideológica, a partir de financiamentos internacionais do BNDES e negócios da Petrobrás.
Agora, junta todas as “pontas”. Hegemonia e unidade político-ideológica continental (Brasil, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Equador, Cuba, etc...), grandes empreiteiras, financiamentos inesgotáveis do BNDES, negócios da Petrobrás, o caixeiro-viajante Lula (e palestrante!) e o desejo de nunca mais largarem o poder.
Pontas amarradas, como restou provado, e tudo regado a “comissões” generosas – dentro e fora do Brasil - para ninguém botar defeito. Deu no que deu!
Essa prática não começou agora. Mas se sofisticou e ampliou nos governos petistas. Este modelo de negócios entre o Estado (a pretexto de ser o grande indutor do desenvolvimento) e as empreiteiras sempre existiu. É o típico entendimento e relacionamento que favorece negociatas e troca de favores.
E aqui estamos hoje. Juntando os cacos. De modo que entre a retórica diversionista do meio sindical-artístico-universitário e os fatos, fiquemos com os fatos. Até o momento já houve mais de oitenta condenações. E tem mais gente “boa, bonita e engravatada” na fila.
Nossa república está sob controle e assalto sistêmico de uma quadrilha político-empresarial organizada. É razão suficiente para o interesse e o conhecimento público prevalecer. Então, todo o apoio à Operação Lava-Jato e seus operadores jurídico-policiais!

01 outubro 2015

Livros Raros(antigos) de Direito

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Os livros datam entre 1935 e 1946, mais ou menos.
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Astor Wartchow
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